quarta-feira, julho 26

Opus V

Um sábio disse-me em certa altura: ”as grandes decisões decidem-se no crepúsculo”, sorri entretanto com um ar de esquizofrénico, balancei o meu corpo para a frente do soalho de papel que deslizava sobre um manto de alcatrão azul, decidi arriscar, não a vida, porque essa ou isso, não me compete arriscar, só o coração. Arriscar! Que absurdo soam estas palavras! A diferença mata, os comodistas! A diferença não se vende, transmite-se, ou seja, não é ensinada, não vão os hermenêuticos deturpar o meu sentido de diferença.

3 comentários:

  1. Anónimo10:51 p.m.

    "As nuvens alaranjadas do poente iluminam tudo com o encanto da nostalgia, mesmo a guilhotina." (Milan Kundera)
    Axo que é por isso que devemos pensar no crepusculo... existe paz, mesmo que seja uma paz angustiada...
    Gostei muito deste post.. está lindo...
    Beijo da discipula

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  2. Anónimo11:56 a.m.

    :)

    eheheheheheh

    abraços

    m_m

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  3. As coisas que nós descobrimos nos blogs...
    Será que li bem, Santa Comba Dão???
    A minha família paterna é de Sta comba e eu sempre paseei férias por lá :)

    beijitos,
    sofia neves

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