sexta-feira, fevereiro 1

Poesia Informática

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3 comentários:

  1. Como toda a poesia, tem muitas vezes problemas de interpretação, tem questões de sintaxe, tem até toda a intecionalidade, ou não do autor subjacente, mas é sempre uma interpretação, na informática (poesia), temos não só tudo isso mas também, e vejam só, que é espectacular a capacidade de aquilo nao ser absolutamente nada daqui que achamos que é, ou seja, #sidebar-warper pode não querer dizer que é a barra lateral e daí não mudam nada.
    Mas vamos só olhar para isto como poesia, deslumbrados, que assim é bem mais belo do que agradável. O kant é que a sabia toda.

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  2. Anónimo7:04 p.m.

    'e de entre os rios ecoaram águas de mel invadidas por aros de fel' (...) tendência sendo poesia? mais símplice chegarás.

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  3. Anónimo8:57 p.m.

    VOO SOMBRIO (Autor:Dom Morais)

    As variáveis não vou declarar;
    Vai ser um programa irregular;
    Talvez nem vá compilar;
    Quanto mais rodar;
    Mesmo assim vão imitar;

    Begin;
    ClrScr;
    Nobre condor faça-me um favor;
    Não precisa pressa nem apelação;
    Com suas garras, primeiro a alma;
    Tem que ter terror, muita dor e judiação;
    Seja cruel, imponente e prudente;
    Arranque um dente, por derradeiro o coração;
    Essa parte não me serve;
    Ou ficas pra ti ou joga no chão;
    Podes usar concatenação;
    Acho que não;

    Quando a mente não sincroniza;
    O bom quase morto agora agoniza;
    Não sei se quero assim;
    Não sei o que é inicio ou fim;
    Acho que estou em loop;
    Sempre me retorna begin;
    IF (começar de novo) then
    Imprensas até esmagar o estorvo;

    O pensamento pode parecer confuso;
    É como calcular o obliquou e o obtuso;
    Incomoda-me muito esse argueiro;
    Sobrevoa cada milímetro do poleiro;
    Sejas pontual e certeiro;
    IF (começar pelo joelho) then
    Olha primeiro nos olhos vermelhos;
    Que seja como o trinar;
    O quebrar dos espelhos;
    Else
    Writeln (‘perdoa... Meia volta e voa’);
    End.


    Enviada pelo Autor:

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