segunda-feira, julho 14
sábado, julho 12
Lively - Um novo conceito cyber social
A Google acaba de lançar um novo produto ligado à web 2.0. A ideia é fazer com que o usuário crie a sua própria imagem e espaço, onde partilhe o seu "mundo". A ideia é perfeita, porque torna a ideia de partilha de espaços muito mais "pessoal" mas mais criativa. Imaginemos o second life em versão web 2.0 e temos os resultado que a Google produziu. terça-feira, julho 8
A actual revolução académica passa exclusivamente por saber copiar.
O título não é uma provocação, é a realidade do sistema educativo. Os Ministérios e Conselhos Executivos estão consciente que o resultado final de uma avaliação basta para “avaliar” o percurso de cada pessoa, ou seja, as pessoas são substituídas somente por um número.
A vocação é tão subjectiva como as percentagens apresentadas todos anos pelos órgão reguladores, mesmo assim, quem deveria ter uma palavra em questões da vocação seria a própria pessoa, e nunca uma instituição. Hoje em dia a vocação é ludibriada por falsas questões, como por exemplo a empregabilidade, o sucesso, a riqueza etc… Isto é de certa forma uma manipulação ingénua que os nossos governantes incutem. Para explicar melhor isto basta seguir o exemplo das crianças. Se lhe perguntarmos o que querem ser quando forem grandes, elas conseguem responder sempre a mesma coisa; ou como o Ronaldo ou actor, médico, juiz, enfim… nenhum deles diz que quer ser técnico oficial de contas… isto vem provar que a criatividade é o centro do desenvolvimento humano, mais ainda é na emoção de querer mostrar ao mundo a pessoa que é. As escolas “educam” os mais novos para que eles se encaixem em qualquer lado, quando deveriam proporcionar e desenvolver os talentos particulares.
Posto isto, só existe uma solução, copiar. Se o que interessa é o resultado final, então que se copie.
Não está em causa a honestidade da pessoa, mas sim a integridade do sistema. Nas universidades deveria ser mais fácil orientar e promover o espírito livre do indivíduo, mas em Portugal não se leva muito a sério aquela hierarquia profissional que existe nos Docentes. Refiro-me aos professores titulares e auxiliares, porque o papel de um auxiliar é colaborar com o Mestre, ajudar etc. etc. criar uma identidade própria da instituição, o oposto disto leva a que cada um vá para seu lado, e os interesses de um não são compatíveis com os interesses do espírito do ensino da filosofia e não só, claro.
segunda-feira, julho 7
Que fazer depois da licenciatura em Filosofia?
A minha experiência académica na área da Filosofia é quase impressionista. No Ensino Secundário não dava “uma para a caixa”, tinha notas miseráveis e vergonhosas. Olhando agora para o passado, percebo qual a função dos professores do Secundário. Pegar num livro, e tentar explicar a meia dúzia de alunos o que o próprio livro dizia e não o que o conteúdo dizia. Ora, este tipo de método só é viável aos que possuem uma boa memória. A memória é tão importante como uma conta bancária cheia de dinheiro. Existem pessoas cheias de dinheiro mas com o juízo harmonioso medíocre, e o inverso, é termos pessoas com juízos de valor excelentes mas do ponto de vista prático estam limitadas pelo "sistema". Isto é visível nos Políticos que decidem o que deve ser ensinado porque o sistema económico controla o ensino, ou seja, existe mediocridade nos Ministérios, tanto da Educação como da Economia. Nunca aprendi no Ensino Secundário a desenvolver-me na realidade do meu próprio "sistema", nem mesmo a discutir as exigências da minha própria existência.Os Professores ainda hoje fazem testes e questões, não para incentivar o uso da razão e da criatividade, mas sim para saber se dominamos o “marranço”, lá está, a memória domina, mas não controla o sistema, porque vai entusiasmar e estimular a cábula.
Depois de terminar a licenciatura decidi não ser professor, porque em vez de poder ensinar aos meus amiguitos a pensar e a ter uma noção bela e empreendedora da vida, teria que perder tempo na burocracia dos ministérios, quem diz isto não sou eu, mas a maioria dos Docentes.
Todos os Licenciados têm licença para ensinar no quotidiano, partilhando com todos aqueles que se cruzarem, a verdadeira motivação da vida e pondo em prática a razão e a criatividade. Por isso deixo aqui um site como sugestão para se fazerem ao caminho da descoberta, foi assim que Parménides o exemplificou, também eu o exemplifico. Até lá, encontramo-nos na Terceira, quem sabe, poderá estar lá a oportunidade de crescermos filosoficamente na criatividade, emoção e na memória “física”.
domingo, julho 6
Caramba!
Hoje está tudo muito estranho!
Ontem as coisas estavam tão normais!
O que será que mudou à noite?
Ora vejamos: Serei a mesma quando acordei de manhã?
Tenho a impressão de me ter sentido um pouco diferente.
Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?”
Ah! Esse é o grande puzzle!"
-Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll
Hoje está tudo muito estranho!
Ontem as coisas estavam tão normais!
O que será que mudou à noite?
Ora vejamos: Serei a mesma quando acordei de manhã?
Tenho a impressão de me ter sentido um pouco diferente.
Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?”
Ah! Esse é o grande puzzle!"
-Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll
Resumo da minha Tese de Licenciatura. Contributos para a Filosofia da Mente
Será que existe de facto algum sistema capaz de elucidar o Homem na sua descoberta do mundo em que vivemos? Os Pré – Socráticos são um belo exemplo da capacidade de expressão e narração que difunde, quem sabe geneticamente, o espírito explorador e impaciente de nos situarmos no mundo. As respostas que os nossos antepassados nos deram não são as suficientes para domesticar a problemática da nossa existência, é preciso mais porquê?
A Filosofia da Mente apresenta-se como uma confirmação de confiança nas ciências que o Homem construiu. É o suporte do inteligível e do concreto, é aquela arte e ciência que sem rodeios manifesta uma fenomenologia capaz de se situar em qualquer época do pensamento Humano.
O pequeno ensaio que apresento é uma iniciação sem rodeios ao universo da Filosofia da Mente, criada não para ser um manual mas sim para criar uma vontade de iniciação e para situar os mais novos na Filosofia da Mente. Partimos nesta viagem com um belo companheiro Sueco chamado Emmanuel Swedenborg que percebeu logo de inicio que reside no pensamento filosófico a construção humanizada, é um dos pioneiros da Filosofia das Ciências, tal como René Descartes e outros. O Fisicalismo foi uma tentativa que a Ciência conteve para substituir o Ser autónomo que somos, mas sem sucesso porque o Dualismo apareceu tomando as rédeas ao pequeno atentado reducionista.
Agora o Homem é mais livre porque a Filosofia assim o disse através do Epifenomenismo, ou seja, as teorias emergentistas.
A Filosofia da Mente apresenta-se como uma confirmação de confiança nas ciências que o Homem construiu. É o suporte do inteligível e do concreto, é aquela arte e ciência que sem rodeios manifesta uma fenomenologia capaz de se situar em qualquer época do pensamento Humano.
O pequeno ensaio que apresento é uma iniciação sem rodeios ao universo da Filosofia da Mente, criada não para ser um manual mas sim para criar uma vontade de iniciação e para situar os mais novos na Filosofia da Mente. Partimos nesta viagem com um belo companheiro Sueco chamado Emmanuel Swedenborg que percebeu logo de inicio que reside no pensamento filosófico a construção humanizada, é um dos pioneiros da Filosofia das Ciências, tal como René Descartes e outros. O Fisicalismo foi uma tentativa que a Ciência conteve para substituir o Ser autónomo que somos, mas sem sucesso porque o Dualismo apareceu tomando as rédeas ao pequeno atentado reducionista.
Agora o Homem é mais livre porque a Filosofia assim o disse através do Epifenomenismo, ou seja, as teorias emergentistas.
sábado, julho 5
Oliver Kahn na galeria do Madame Tussauds

Uma mulher posa para a fotografia junto da figura de cera do antigo guarda-redes da selecção alemã e do Bayern de Munique, Oliver Kahn, no museu Madame Tussauds de Berlim que abre hoje as suas portas, apresentando 75 figuras de pessoas famosas.
Foto: Tobias Schwarz/Reuters
Fonte: P
quarta-feira, maio 14
quarta-feira, abril 23
segunda-feira, março 3
Tipo e Método na Letra
Há muito pouco tempo atrás, os alunos eram analisado e avaliados pela "letra". A letra era o sinónimo da pessoa. Hoje em dia, é impossível apresentar seja o que for escrito à mão. Se antes, a manualidade era a identificação do Discente, agora o Docente analisa o tipo de escrita, a forma como escreve. É o trunfo e o sinónimo da pessoa, é a própria pessoa. Se tivermos que aldrabar o sistema académico, terá que ser através da própria linguagem [formal, ou não-formal] e não com o -tipo de letra.A identificação do discente é mais natural, muito mais subtil.
Em suma: Venha a tecnologia que vier, o Homem será sempre identificado, nem que seja com o método de escrita, isto porque, o tipo sobrepõe o método.
domingo, março 2
domingo, fevereiro 17
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