domingo, julho 20

Bertold Brecht disse...

" Há homens que lutam um dia e são bons.
.
Há outros que lutam um ano e são melhores.
..
Há outros, ainda, que lutam muitos anos e são muito bons.
...
Há, porém, os que lutam toda a vida, estes são os imprescendíveis."

terça-feira, julho 15

HBO Voyeur

A teoria é muito simples. Temos acesso a tudo. Os governos são obrigados a descortinar pequenos detalhes que até então eram vistos como segredos de estado, porque o novo "espanto" do homem é sentir-se informado. Mas não é tudo... a privacidade é também ela um motivo de espanto. Cuidado... a nova acção promocional da HBO ficou a cargo da agência BBDO de NY. Vale a pena ver, observar, porque a curiosidade está na moda.

segunda-feira, julho 14

Between Beautiful & Branding

Eis as boas novas para os interessados no documentário e novas tendências.
"Beautiful Losers celebrates the spirit behind one of the most influential cultural movements of a generation. In the early 1990's a loose-knit group of likeminded outsiders found common ground at a little NYC storefront gallery. Rooted in the DIY (do-it-yourself) subcultures of skateboarding, surf, punk, hip hop & graffiti, they made art that reflected the lifestyles they led. Developing their craft with almost no influence from the "establishment" art world, this group, and the subcultures they sprang from, have now become a movement that has been transforming pop culture. Starring a selection of artists who are considered leaders within this culture, Beautiful Losers focuses on the telling of personal stories...speaking to themes of what happens when the outside becomes "in" as it explores the creative ethos connecting these artists and today's youth. "
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Artigo AQUI

Convite - Cartas Italianas - FNAC Chiado Lx

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sábado, julho 12

Lively - Um novo conceito cyber social

A Google acaba de lançar um novo produto ligado à web 2.0. A ideia é fazer com que o usuário crie a sua própria imagem e espaço, onde partilhe o seu "mundo". A ideia é perfeita, porque torna a ideia de partilha de espaços muito mais "pessoal" mas mais criativa. Imaginemos o second life em versão web 2.0 e temos os resultado que a Google produziu.

terça-feira, julho 8

Os Cães estão EXILADOS - TEATRO

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A actual revolução académica passa exclusivamente por saber copiar.


O título não é uma provocação, é a realidade do sistema educativo. Os Ministérios e Conselhos Executivos estão consciente que o resultado final de uma avaliação basta para “avaliar” o percurso de cada pessoa, ou seja, as pessoas são substituídas somente por um número.
A vocação é tão subjectiva como as percentagens apresentadas todos anos pelos órgão reguladores, mesmo assim, quem deveria ter uma palavra em questões da vocação seria a própria pessoa, e nunca uma instituição. Hoje em dia a vocação é ludibriada por falsas questões, como por exemplo a empregabilidade, o sucesso, a riqueza etc… Isto é de certa forma uma manipulação ingénua que os nossos governantes incutem. Para explicar melhor isto basta seguir o exemplo das crianças. Se lhe perguntarmos o que querem ser quando forem grandes, elas conseguem responder sempre a mesma coisa; ou como o Ronaldo ou actor, médico, juiz, enfim… nenhum deles diz que quer ser técnico oficial de contas… isto vem provar que a criatividade é o centro do desenvolvimento humano, mais ainda é na emoção de querer mostrar ao mundo a pessoa que é. As escolas “educam” os mais novos para que eles se encaixem em qualquer lado, quando deveriam proporcionar e desenvolver os talentos particulares.
Posto isto, só existe uma solução, copiar. Se o que interessa é o resultado final, então que se copie.
Não está em causa a honestidade da pessoa, mas sim a integridade do sistema. Nas universidades deveria ser mais fácil orientar e promover o espírito livre do indivíduo, mas em Portugal não se leva muito a sério aquela hierarquia profissional que existe nos Docentes. Refiro-me aos professores titulares e auxiliares, porque o papel de um auxiliar é colaborar com o Mestre, ajudar etc. etc. criar uma identidade própria da instituição, o oposto disto leva a que cada um vá para seu lado, e os interesses de um não são compatíveis com os interesses do espírito do ensino da filosofia e não só, claro.

segunda-feira, julho 7

Que fazer depois da licenciatura em Filosofia?

A minha experiência académica na área da Filosofia é quase impressionista. No Ensino Secundário não dava “uma para a caixa”, tinha notas miseráveis e vergonhosas. Olhando agora para o passado, percebo qual a função dos professores do Secundário. Pegar num livro, e tentar explicar a meia dúzia de alunos o que o próprio livro dizia e não o que o conteúdo dizia. Ora, este tipo de método só é viável aos que possuem uma boa memória. A memória é tão importante como uma conta bancária cheia de dinheiro. Existem pessoas cheias de dinheiro mas com o juízo harmonioso medíocre, e o inverso, é termos pessoas com juízos de valor excelentes mas do ponto de vista prático estam limitadas pelo "sistema". Isto é visível nos Políticos que decidem o que deve ser ensinado porque o sistema económico controla o ensino, ou seja, existe mediocridade nos Ministérios, tanto da Educação como da Economia. Nunca aprendi no Ensino Secundário a desenvolver-me na realidade do meu próprio "sistema", nem mesmo a discutir as exigências da minha própria existência.
Os Professores ainda hoje fazem testes e questões, não para incentivar o uso da razão e da criatividade, mas sim para saber se dominamos o “marranço”, lá está, a memória domina, mas não controla o sistema, porque vai entusiasmar e estimular a cábula.
Depois de terminar a licenciatura decidi não ser professor, porque em vez de poder ensinar aos meus amiguitos a pensar e a ter uma noção bela e empreendedora da vida, teria que perder tempo na burocracia dos ministérios, quem diz isto não sou eu, mas a maioria dos Docentes.
Todos os Licenciados têm licença para ensinar no quotidiano, partilhando com todos aqueles que se cruzarem, a verdadeira motivação da vida e pondo em prática a razão e a criatividade. Por isso deixo aqui um site como sugestão para se fazerem ao caminho da descoberta, foi assim que Parménides o exemplificou, também eu o exemplifico. Até lá, encontramo-nos na Terceira, quem sabe, poderá estar lá a oportunidade de crescermos filosoficamente na criatividade, emoção e na memória “física”.

domingo, julho 6

Caramba!
Hoje está tudo muito estranho!

Ontem as coisas estavam tão normais!
O que será que mudou à noite?
Ora vejamos: Serei a mesma quando acordei de manhã?
Tenho a impressão de me ter sentido um pouco diferente.
Mas se eu não sou a mesma, a próxima questão é “Quem sou eu?”
Ah! Esse é o grande puzzle!"


-Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll

Resumo da minha Tese de Licenciatura. Contributos para a Filosofia da Mente

Será que existe de facto algum sistema capaz de elucidar o Homem na sua descoberta do mundo em que vivemos? Os Pré – Socráticos são um belo exemplo da capacidade de expressão e narração que difunde, quem sabe geneticamente, o espírito explorador e impaciente de nos situarmos no mundo. As respostas que os nossos antepassados nos deram não são as suficientes para domesticar a problemática da nossa existência, é preciso mais porquê?
A Filosofia da Mente apresenta-se como uma confirmação de confiança nas ciências que o Homem construiu. É o suporte do inteligível e do concreto, é aquela arte e ciência que sem rodeios manifesta uma fenomenologia capaz de se situar em qualquer época do pensamento Humano.
O pequeno ensaio que apresento é uma iniciação sem rodeios ao universo da Filosofia da Mente, criada não para ser um manual mas sim para criar uma vontade de iniciação e para situar os mais novos na Filosofia da Mente. Partimos nesta viagem com um belo companheiro Sueco chamado Emmanuel Swedenborg que percebeu logo de inicio que reside no pensamento filosófico a construção humanizada, é um dos pioneiros da Filosofia das Ciências, tal como René Descartes e outros. O Fisicalismo foi uma tentativa que a Ciência conteve para substituir o Ser autónomo que somos, mas sem sucesso porque o Dualismo apareceu tomando as rédeas ao pequeno atentado reducionista.
Agora o Homem é mais livre porque a Filosofia assim o disse através do Epifenomenismo, ou seja, as teorias emergentistas.

HILLARY BLURTS OUT PRO HITLER REMARKS

sábado, julho 5

Oliver Kahn na galeria do Madame Tussauds



Uma mulher posa para a fotografia junto da figura de cera do antigo guarda-redes da selecção alemã e do Bayern de Munique, Oliver Kahn, no museu Madame Tussauds de Berlim que abre hoje as suas portas, apresentando 75 figuras de pessoas famosas.


Foto: Tobias Schwarz/Reuters

Fonte: P

segunda-feira, março 3

Tipo e Método na Letra

Há muito pouco tempo atrás, os alunos eram analisado e avaliados pela "letra". A letra era o sinónimo da pessoa. Hoje em dia, é impossível apresentar seja o que for escrito à mão. Se antes, a manualidade era a identificação do Discente, agora o Docente analisa o tipo de escrita, a forma como escreve. É o trunfo e o sinónimo da pessoa, é a própria pessoa. Se tivermos que aldrabar o sistema académico, terá que ser através da própria linguagem [formal, ou não-formal] e não com o -tipo de letra.
A identificação do discente é mais natural, muito mais subtil.

Em suma: Venha a tecnologia que vier, o Homem será sempre identificado, nem que seja com o método de escrita, isto porque, o tipo sobrepõe o método.

II PsicoSoma International Neuroscience Congress