terça-feira, setembro 1
sábado, agosto 29
quinta-feira, agosto 20
Para a Vanessa que terminou o Mestrado em Ética e Politica na UBI
Pelo desafio que se transformou Albert Camus na tua belíssima Obra Prima.
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Guilherme Castanheira
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terça-feira, agosto 18
sexta-feira, agosto 7
Antídoto do Demónio
É precisamente a pessoas como nós que Deus tudo dá. Bons amigos, boa família, conhecimento com fartura e uma tendência irónica para nada apreciar, insatisfação.
Pessoas como eu, que tudo possuem, sem nada adquirir. Um trabalho que não é emprego, uma casa húmida mas acolhedora. Bastante dinheiro mas que nada nos diz. Queremos mais! Mais amores, mais paixões mais ilusões. Não obstinando o prazer do – ter, tudo queremos, tudo temos sem dor ou sofrimento. Ironia para nós, inveja para muitos. Uma bênção, dizem eles, uma inquietação para nós.
Descomprometidamente, lá andamos nós, insatisfeitos a pregar à ironia divina da bênção esta nossa “insatisfação crónica”, a conspirar contra o mundo, este escárnio que faz sorrir anjos e arcanjos, mas abate inevitavelmente as nossas aspirações. Quem sabe, se não somos o antídoto do diabo, quem sabe o próprio diabo.
Pessoas como eu, que tudo possuem, sem nada adquirir. Um trabalho que não é emprego, uma casa húmida mas acolhedora. Bastante dinheiro mas que nada nos diz. Queremos mais! Mais amores, mais paixões mais ilusões. Não obstinando o prazer do – ter, tudo queremos, tudo temos sem dor ou sofrimento. Ironia para nós, inveja para muitos. Uma bênção, dizem eles, uma inquietação para nós.
Descomprometidamente, lá andamos nós, insatisfeitos a pregar à ironia divina da bênção esta nossa “insatisfação crónica”, a conspirar contra o mundo, este escárnio que faz sorrir anjos e arcanjos, mas abate inevitavelmente as nossas aspirações. Quem sabe, se não somos o antídoto do diabo, quem sabe o próprio diabo.
terça-feira, junho 23
domingo, junho 21
Três Sugestões Interessantíssimas
Occupation - Este documentário é interessantíssimo
Cosmos - Parte I, também interessantíssimo
Cosmos - Parte I, também interessantíssimo
Este é sem dúvida a mais interessante das coisas interessantíssimas que trago por aqui. Assim, peço-vos que vejam até à exaustão esta excelente sátira poética ao futuro da Humanidade.AQUI
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Guilherme Castanheira
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sexta-feira, junho 5
segunda-feira, abril 20
sexta-feira, abril 17
DIA MUNDIAL DO LIVRO - Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

23 de Abril de 2009 apartir das 10H00
nb:
17h15 A Comunidade de Leitores da
Biblioteca da FLUL: relação
com a missão das bibliotecas
universitárias
Lígia Mendes e Ana Filipa Neves,
Coordenadoras de Projecto,
Mestrandas na FLUL
domingo, abril 5
O Homem passou a ser o produto. Nova Tendência Publicitária
A Coca - Cola Lança daquelas campanhas sensacionalistas que invocam o espírito da lealdade e da vontade. Resumindo, a crença na vida é o factor que leva esta nova campanha a um extremo banal mas eficaz. Simplificando: A felicidade é recrutada por todos os publicitários, aliás, sempre foi, o problema actual, é que antes as pessoas consumiam um produto e tornavam-se "felizes"com o tal produto, agora, o produto deixa de estar subentendido e é a própria pessoa a ser publicitada "entre - linhas". Esta nova campanha publicitária da Coca Cola invoca o existencialismo de sísifo e o Homem passa a ser o produto. A Felicidade é importante. Nem sempre uma pessoa com 102 anos é feliz, a não ser que beba coca cola. A Coca Cola acertou, porquê? O HOMEM precisa de um empurrão, precisa de ser publicitado, precisa de uma nova imagem. Isto é positivo porque os valores e atitudes não estão na moda, e a publicidade é o melhor meio para os tornar na moda. Estamos perante um novo produto, o HOMEM.
quarta-feira, abril 1
Cognitive Autoheuristic Distributed-Intelligence Entity

and look up into a black sky and wonder how many stars there are in the universe, let's be honest: in all likelihood you don't have the faintest clue, and even if you're one of the few who do, you lack any real capacity to comprehend the figure save for the same vague sense of stunned wonder that our earliest human ancestors felt when they looked up from the African savannah at the same starry sky.
Our species' journey toward tonight's epochal announcement had much less to do with that awestruck moment than it did with the moment those same ancestors woke up hungry the next morning and started studying animal tracks in the savannah mud, thereby inadvertently developing concepts like time and causality which, by abstracting both location and temporal context into a unique reconning tool within the brain, sparked the set of responses that, ages later, we now call reason.
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Guilherme Castanheira
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quinta-feira, março 26
Estética analítica - Por André Barata - UBI - Y
Dickie revela-se, neste livro, um proficiente divulgador, luminoso, sucinto e rigorosoEsta versão portuguesa da "Introdução à Estética" de George Dickie, originalmente publicada em 1997, tem muitos méritos e um defeito importante.
O seu autor, professor emérito da Universidade de Illinois, é uma das referências incontornáveis da Estética praticada pelos filósofos analíticos, nas últimas três décadas, a par de nomes como Nelson Goodman, Arthur Danto e Maurice Mandelbaum.
O seu autor, professor emérito da Universidade de Illinois, é uma das referências incontornáveis da Estética praticada pelos filósofos analíticos, nas últimas três décadas, a par de nomes como Nelson Goodman, Arthur Danto e Maurice Mandelbaum.
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quarta-feira, março 25
terça-feira, março 24
segunda-feira, março 23
Piaf de Filipe La Féria - Angra do Heroísmo

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Guilherme Castanheira
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quarta-feira, março 18
Alô Alô Marciano
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Guilherme Castanheira
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domingo, março 15
quarta-feira, março 4
Politica e Futebol
São os partidos políticos que consolidam a democracia, sem eles, a democracia não tem sentido, isto porque, democraticamente estes agregados desempenham funções de substituição, ou seja, elegemos aquelas pessoas que nos podem representar em situações diversas, daí a importância do voto.
Muito parecido com isto existe uma outra organização, o futebol. A administração futebolística zela pelos direitos do clube e por arrastão os adeptos.
Em todas as campanhas políticas os militantes (curiosa designação) lutam sob as ordens dos generais, para ajustar a melhor estratégia de combate contra o inimigo. No futebol, os adeptos brincam ao poder, a opinião deles consegue em muitos casos ser sagaz ao ponto de destituir regimes administrativos ou até mesmo impor uma ordem totalitária nos clubes.
O mais comovente, é que as pessoas que admiram o futebol, são as mesmas que se gostam de ver representadas na democracia. Ora, seria interessante e muito mais proveitoso se estes seres tivessem o mesmo espírito na política como o têm no futebol. Se assim fosse, teríamos políticos de “bancada” prontos e atentos às decisões políticas e haveria um maior empenho na construção de “um mundo melhor”.
O perigo de uma atitude destas é que fragilmente pode cair na perversidade. Se assim fosse, não haveria oposição, visto que cada um é oposição. Contudo, porque é que existe tanto o receio e temor em ir de encontro aos líderes políticos? Será que na política existe um projecto comum cuja dinâmica não deve ser quebrada? Mas se assim for, no futebol, a dinâmica é a mesma. Será que não se reivindica mais livremente e sem pudor porque a politica é vista como uma organização intelectual e só para alguns? Não me parece que assim seja, porque se assim fosse, as pessoas não se identificavam com um partido, aliás, nem sequer poderia existir democracia. Não votamos porque não nos identificamos, não falamos mais sobre as politiquices (em assembleias) porque pensamos que estas só existem para alguns, o mais interessante é que o povo tem razão, a politica nos moldes em que está deixou de ser política, e eles sabem disso, mas sabem até quando?
Muito parecido com isto existe uma outra organização, o futebol. A administração futebolística zela pelos direitos do clube e por arrastão os adeptos.
Em todas as campanhas políticas os militantes (curiosa designação) lutam sob as ordens dos generais, para ajustar a melhor estratégia de combate contra o inimigo. No futebol, os adeptos brincam ao poder, a opinião deles consegue em muitos casos ser sagaz ao ponto de destituir regimes administrativos ou até mesmo impor uma ordem totalitária nos clubes.
O mais comovente, é que as pessoas que admiram o futebol, são as mesmas que se gostam de ver representadas na democracia. Ora, seria interessante e muito mais proveitoso se estes seres tivessem o mesmo espírito na política como o têm no futebol. Se assim fosse, teríamos políticos de “bancada” prontos e atentos às decisões políticas e haveria um maior empenho na construção de “um mundo melhor”.
O perigo de uma atitude destas é que fragilmente pode cair na perversidade. Se assim fosse, não haveria oposição, visto que cada um é oposição. Contudo, porque é que existe tanto o receio e temor em ir de encontro aos líderes políticos? Será que na política existe um projecto comum cuja dinâmica não deve ser quebrada? Mas se assim for, no futebol, a dinâmica é a mesma. Será que não se reivindica mais livremente e sem pudor porque a politica é vista como uma organização intelectual e só para alguns? Não me parece que assim seja, porque se assim fosse, as pessoas não se identificavam com um partido, aliás, nem sequer poderia existir democracia. Não votamos porque não nos identificamos, não falamos mais sobre as politiquices (em assembleias) porque pensamos que estas só existem para alguns, o mais interessante é que o povo tem razão, a politica nos moldes em que está deixou de ser política, e eles sabem disso, mas sabem até quando?
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